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Os Nove Divinos.

O Panteão Imperial dos Nove Divinos consiste em uma das mais importantes ordem religiosa em Tamriel. A religião combina os oito Aedra com o fundador do Terceiro Empério, Tiber Septim. Há 6 deuses e 3 deusas. Em Cyrodiil, há uma capela em cada cidade grande, venerando os divinos. Há também santuários ao longo das estradas que são dedicados aos Nove Divinos. Esses Aedra também aparecem in várias combinações nos panteões de outras culturas.

Panteão Editar

  • Akatosh - O Dragão-Deus do Tempo e deus chefe do panteão
  • Arkay - Deus dos Funerais e Ritos Funerários
  • Dibella - Deusa da Beleza e Luxúria
  • Julianos - Deus da Sabedoria e Lógica
  • Kynareth - Deusa da Natureza, do Vento, e do Céu  
  • Mara - Deusa Mãe e Deusa do Amor
  • Stendarr - Deus da Misericórdia e Justiça
  • Talos/Tiber Septim - Deus da Guerra e Governo
  • Zenithar - Deus do Trabalho e do Comércio

Alessia e os Oito Divinos Editar

Os Oito Divinos como uma religião oficial foi instituída por Alessia, a primeira santa em sua revolta dos escravos contra os Ayleids. É dito que ela havia escolhido conscientemente uma mistura de deuses Ayleid e Nórdicos, para auxiliar seus súditos, mas simultaneamente satisfazer seus poderosos aliados do norte.

Talvez por coincidência, os oito Aedra que Alessia escolhera são aqueles Aedra que estiveram mais ativos na criação do mundo. Quando os Aedra perceberam o que Lorkhan fizera, e como suas divindades estavam sendo drenadas para criar Nirn, a maioria deles se opôs e desistiu. Os oito Aedra que formam os divinos, entretanto, voluntariamente se entregaram completamente ao ato da criação. Fazendo isso, eles ficaram fracos e confinados à seus próprios planetas.

Opinião popular e adoração Editar

A adoração os Divinos não é universalmente aceita, mesmo em Tamriel. Na verdade, a maioria dos Dunmer os rejeitam completamente, tendo sido retirados do caminho da adoração aos Aedra durante a Era da Alvorada pelo Príncipe Daedric Boethiah. Outros mer adoram alguns dos mesmos Aedra, principalmente Akatosh, que aparece em quase todas as mitologias de cada cultura. Os elfos escolhem adorar outros Aedra, entretanto, como aqueles que desistiram da criação a tempo de salvar suas divindades, os quais elfos acreditam ter lhes guiado nos primeiros anos de sua existência.

Comunicação com os mortais e manifestações Editar

Antes do pacto de Alessia com Akatosh, conectando sua alma ao Amuleto dos Reis, muitos Aedra e Daedra foram capazes de interagir completamente com Nirn e sua população. Entretanto, mesmo durante esse período, esses oito Aedra não ficaram conhecidos por se manifestarem fisicamente no planeta, mas por se comunicarem através de sonhos e visões (como com Alessia). Suas interações com o mundo são baseadas em bençãos através de seus altares e santuários, e em circunstâncias extremas, através de avatares mortais infundidos com seus espíritos divinos. É precisso ressaltar que Akatosh não apareceu para selar seu pacto com Alessia; em vez disso, foi Lorkhan que apareceu pessoalmente, algo que ele era capaz de fazer por causa de sua conexão próxima com Nirn.

Oito Divinos Editar

Porque Talos não era originalmente um dos Divinos, em algumas seitas religiosas eles são referidos como "Os Oito e Um". Em 4E 200, Talos foi efetivamente removido do panteão dos deuses - e os Oito Divinos adorados permaneceram. Agentes Thalmor da Terceiro Soberania Aldmeri, através do White-Gold Concordat, garantiu que a adoração de Talos permaneça como uma atividade ilegal. Essa é uma das causas da Rebelião Stormcloak, que veem o banimento da adoração a Talos como um ato contra liberdade religiosa.

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